1 2 3 4 5 6 7
home ask me submit random posts photosets frases e textos
Quem nunca se transbordou de sentimentos ? Sentimentos que não entendemos. Sentimentos, que só entendemos quando os expressamos. Em gritos, caretas ... Ou em palavras, textos, versos. Se expressando é que entendemos, se expressando conseguimos nos entender.
já leram minhas coisas
versos vazios
s-leepingheart ©






dtls + and +







Eram duas meninas ricas, melhores amigas. Não se achavam nem nada. Seus nomes eram Renata e Helena. Mas como Helena era mais popular, Renata tinha inveja. Um dia, no ultimo andar de um predio, aqueles que não tem nada por fora, é um jardim aberto, e que se você se jogar você cai. Enfim, Renata e Helena estavam lá.. Helena viu uma flor azul bem perto da ponta do andar, então precisava que alguém a segurasse, senão ela caia. Helena disse: “Rê, me segura para eu pegar a flor azul?” “Claro Lê.” Então Renata segurou Helena… Até uma hora. Então ela pensou que se Helena falecesse ela ia ser a mais popular. E ela tem sua chance. Pensou: “é agora..” E soltou Helena..Passaram 20 anos… Renata estava casada, e tinha uma filha. Como era o dia do aniversário de Helena, mas ela havia falecido, fizeram uma homenagem a ela e convidaram Renata, mas ela não queria ir, porque ela que havia matado Helena. Seu marido encheu tanto o saco dela que ela aceitou ir, mais a filha teve de ir junto, pois não tinha com quem ficar. Chegaram lá, era no mesmo prédio, que Renata havia largado Helena. A filha foi lá com a mãe, no último andar, e o marido ficou lá em baixo, na festa. Quando as duas chegaram havia uma flor idêntica, azul. A filha insistiu em pegá-la, e a mãe concordou em segurá-la. Renata então estava a segurando, mas antes da filha pegar a flor, virou pra trás e disse: “Mamãe, dessa vez você não vai me soltar, não é?”


Era difícil olhar para um pedaço de papel em branco e expor tudo que sentia e se lembrava ali. Geralmente, tentamos encolher a história e os acontecimentos para que eles caibam todos ali. Emendamos lá e cá. Pulamos algumas partes, para nos poupar vergonha. Apagamos - às vezes com tanta força, que o papel se rasga. A caneta já não tem a mesma quantidade de tinta e começa a falhar. A história já não faz mais tanto sentido e, aquele pedaço de papel, se torna um grande enredo de palavras tortas e sem sentido. E começamos a desistir. Pouco a pouco a história vai perdendo seu foco, mudando o rumo dos personagens. Os momentos já não são mais tão alegres quanto antes. Tudo de pouco em pouco vai colaborando para nossa desistência. Tudo vai perdendo o interesse até o momento em que largamos a caneta e desistimos. Entregamos a história, as lembranças, o papel e a caneta as traças. Não vai mais haver recordações ou mutilações por aquilo. Tudo recomeçaria a partir daquele momento, instante. Depois com o tempo, é que vamos percebendo que, no meio daquela história remendada havia momentos em que a história mantia uma mesma linha de raciocínio. No meio daqueles dias nublados, chuvosos, havia dias de tempo bom. No meio de tanta coisa remendada de “lá e cá”, havia momentos que faziam você colocar seu melhor sorriso e vagar por aí. Sem um destino certo, apenas vagar. Só pra fazer a saudade perder o rumo e não te encontrar.

“No momento em que a caneta falha.” - William A. (via educado)

Reclama dos “famosinhos” mas fica o dia todo mandando ask pra eles.